A RMTC (Rede Mineira de Tecnologia da Cachaça), da qual participam todas as Universidades Federais de Minas Gerais e grandes pesquisadores, está pesquisando a fundo: Fermentação, Cana-de-açúcar, DNA da Cachaça e do Carbamato de Etila. Os estudos estão bem adiantados, mas sempre esbarram no fator ‘carência de investimentos’.
Segundo um pesquisador da UFMG, já existe a possibilidade (através do DNA) de saber se a Cachaça foi ou não realmente envelhecida em tonéis da madeira ou se foi somente colorida artificialmente...
Temos que ficar atentos e ajudar estes pesquisadores. Isso será importante para todo o setor e o Agronegócio da Cachaça em nível Nacional